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Empresa que comprou carga de 77 Kg de ouro apreendida diz que operação foi legal


A PF investiga se o metal precioso saiu se garimpos ilegais, no Pará e em Mato Grosso. Em vídeo divulgado para garimpeiros, o dono da empresa Dirceu Frederico Sobrinho disse que a transação foi feita dento da lei.

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“Todo ele foi comprado sob permissão de lavra garimpeira concedida, que não pertence a área indígena, que não pertence a garimpos ilegais. Aminha empresa recolhe todos os tributos, todos os encargos que sempre recolheu e vai continuar trabalhando de forma correta, digna e séria”, afirmou Sobrinho.

A empresa fica em um escritório na Avenida Paulista.

A escolta da mercadoria entre o aeroporto de Sorocaba e uma purificadora de ouro na capital foi feita por seis homens, entre eles dois policiais militares vinculados à Casa Militar do governo paulista, órgão com status de secretaria e responsável pela segurança pessoal do governador.

O ouro chegou a Sorocaba de avião. A Polícia Federal afirma que ele estava guardado em malas, que foram descarregadas pela escolta. Tudo foi apreendido na Rodovia Castello Branco, na praça de pedágio em Itu (SP), quando estava sendo trazido para a capital.

O advogado da empresa disse que a contratação de policiais militares para fazer a escolta da carga também foi legal.

“O bico dos policiais é comumente aceito até pela própria PM, e eles não estavam exercendo nenhuma atividade ilícita”, disse Artur Gomes Ferreira.

A FD Gold é uma distribuidora valores, que trabalha para instituições financeiras e exportadoras. A empresa não quis dizer quem seria o destinatário final do carregamento do ouro.

Os policiais que foram detidos prestaram esclarecimentos e foram liberados. A Casa Militar informou que um dos PMs já estava afastado das funções desde o ano passado para cumprir licenças antes da aposentadoria. O outro foi afastado após a operação.

A Polícia Federal informou por meio de nota que abriu inquérito para apurar a suspeita de crimes de “usurpação de bens da União [quando alguma matéria prima do país é explorada sem autorização legal] e receptação dolosa [quando alguém recebe ou transporta algo que sabe ser produto de crime]”.

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Fonte: G1


06/05/2022 – Objetiva FM

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