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Especialistas falam sobre alternativas para realizar sonho de ser mãe


Seja por meio da fertilização ou adoção, se tornar mãe é um processo único e transformador. Neste Dia das Mães, comemorado neste domingo (8), especialistas de Sorocaba (SP) contam como é o acompanhamento das famílias para realizar o sonho de ter um filho.

Quando a gestação ocorre fora da barriga e é feito por meio da adoção, as mães que passam pelo processo de espera diferenciado, conforme explica a psicóloga judicial Ana Carolina Gayotto.

“É uma maternidade diferente, uma construção diferente também. É o encontro de histórias porque estas mães têm a histórias delas e vão encontrar crianças que também tem as histórias. Então é um processo”, conta.

Especialistas falam de busca por adoção e inseminação por mulheres que sonham em ser mães — Foto: Reprodução/ TV TEM

Especialistas falam de busca por adoção e inseminação por mulheres que sonham em ser mães — Foto: Reprodução/ TV TEM

Já o médico Lister de Lima Salgueiro é especialista em fertilização e ajudou no nascimento de mais de cinco mil bebês que são filhos de mulheres que viram na inseminação artificial. Em entrevista à TV TEM, ele explicou que as mulheres ficam mais resistentes no período da gestação.

“Ela incha o cérebro então diminui as reações e dorme mais para descansar e incha o estômago, dá até um pouco de gastrite, o intestino diminui o trânsito para absorver mais comida. É difícil ela se quebrar, difícil uma grávida engessada porque elas ficam emborrachada, protegidas, a natureza deu este dom para as mulheres”, disse.

Segundo dados do relatório do Sistema Nacional de Produção de Embriões, por ano são realizados cerca de 45 mil ciclos de fertilização in vitro. O minucioso processo faz parte da “Ciência do Amor Materno”.

Dia das Mães é celebrado neste domingo (8) — Foto: Reprodução/ TV TEM

Dia das Mães é celebrado neste domingo (8) — Foto: Reprodução/ TV TEM

A Samara Ramos Terra Barth é doula e já participou do processo de gestação e o parto de centenas de mulheres. Ativista do parto humanizado, ela também defende a segurança das mulheres no momento em que o bebê vai nascer.

“Meu trabalho é transformar este momento em mais leve, para que essa mulher possa pensar e escolher a experiência de parto que ela quer, que ela quando ela consegue fazer escolhas assertivas, saber mesmo que ela quer, o sofrimento sai de cena porque ela está vivendo uma coisa com propósito.”

A Alina Rossi atua como advogada e professora universitária em Sorocaba. Ela esperou é mãe da Marina, de oito anos, e pelo Luis, de dois anos. Quando decidiu ter filhos, ela deu outro rumo na vida profissional.

“Na verdade, eu precisei fazer alguns direcionamentos na carreira para que eu pudesse conciliar a maternidade da forma que eu gostaria de conciliar. Então, eu saí de um trabalho em que eu trabalhava nove, dez horas por dia em uma multinacional e passei a me dedicar a trabalhos que eu conseguiria”, explicou.

Mesmo com os ajustes na carreira, a Alina conta com uma rede de apoio para cuidar das crianças. “Quando a minha mãe está aqui em casa as crianças não querem nem saber de mim. Eles curtem muito porque vó é mãe com açúcar, então ela é curte bastante essa função de estar com eles e eles também”, explica Alina.

Alina com os filhos em Sorocaba  — Foto: Reprodução/ TV TEM

Alina com os filhos em Sorocaba — Foto: Reprodução/ TV TEM



Fonte: G1


08/05/2022 – Objetiva FM

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