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Ex-vice-presidente da OAB Jundiaí tem liberdade provisória após prisão em operação contra o crime organizado | Sorocaba e Jundiaí


Ela e outras 30 pessoas haviam sido presas no dia 15 deste mês. As equipes de Polícia Civil do Deinter 9 informaram que foram cerca de seis meses de investigações, que resultaram na operação.

“Uma advogada que faz parte da sintonia dos ‘gravatas’ dentro da organização e da facção criminosa. [A função dela era] trazer informações de fora do presídio para os presos lá dentro”, afirmou a delegada Maria Luísa Dalla Rigolin.

Deinter-9 de Piracicaba deflagrou uma operação contra o tráfico de drogas e crime organizado — Foto: Giuliano Tamura/EPTV

Deinter-9 de Piracicaba deflagrou uma operação contra o tráfico de drogas e crime organizado — Foto: Giuliano Tamura/EPTV

Em nota, a defesa de Ieda Maria de Jesus Moraes informou que houve a atuação para que liberdade provisória ou prisão domiciliar fossem concedidas “em razão da ausência, no país, de acomodações condignas com uma “Sala de Estado Maior”, um direito previsto para advogados.

“Também, neste momento, repudiamos qualquer juízo de valor, no sentido de já considerar um grau de culpabilidade, uma vez que, a própria lei deste país, considera alguma pessoa culpada, somente após o “trânsito em julgado” do processo, até lá, a presunção de inocência incide em cada ato processual. Destacamos que a imagem da dra. Ieda Maria, foi significantemente manchada nestes recentes dias, em face de anos de serviços com atuação ilibada na advocacia. Por fim, ressaltamos a importância da atuação do Judiciário, que é peça fundamental na divisão dos poderes deste país, e, por esta razão, acreditamos na correta apuração e condução do caso, no qual, a atuação desta defesa em favor da dra. Ieda Maria, se pautará”, informou a defesa.”

Em nota, a Diretoria da 33ª Subseção da OAB/SP de Jundiaí informou que “foi comunicada sobre a realização de operação policial em face de 34 pessoas, sendo uma delas a advogada e então vice-presidente desta subseção, que apresentou carta de renúncia para defender sua inocência”.

A OAB informou na ocasião que está acompanhando e apurando as bases da operação da Polícia Civil, “reforçando sua atuação para que os direitos e as prerrogativas sejam respeitados para o cumprimento do devido processo legal, do futuro contraditório e da ampla defesa”.

A operação, nomeada de “Acauã”, investiga crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e crime organizado.

Cerca de 150 policiais civis, 30 policiais militares, além de guardas municipais participaram da ação, que começou durante a madrugada.

De acordo com a Polícia Civil, foram cumpridos 142 mandados de busca e apreensão e 30 de prisão. Só em Jundiaí foram 59 mandados de busca e apreensão.

As investigações se expandiram para nove cidades: Indaiatuba, Paulínia, Hortolândia, Itu, Várzea Paulista, Atibaia, Campo Limpo Paulista, Jundiaí e Capivari (SP).

O comando da operação é do Departamento de Polícia Judiciária do Interior 9 (Deinter-9), de Piracicaba. As apreensões, na ocasião da operação, e detidos foram levados para Capivari.

Presos na Operação Acauã da Polícia Civil foram levados para Capivari — Foto: Giuliano Tamura/EPTV

Presos na Operação Acauã da Polícia Civil foram levados para Capivari — Foto: Giuliano Tamura/EPTV

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Fonte: G1


23/06/2022 – Objetiva FM

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